A expansão do Universo: o Big Bang

De protocélulas a pessoas: uma jornada visual por 4 bilhões de anos de evolução humana

    Um dos temas mais instigantes da ciência é a origem do Universo.Você já se perguntou como tudo o que existe foi formado? Ou quando o Universo teve início? Essas e outras perguntas instigam nossa curiosidade desde sempre e contribuem para o desenvolvimento de novas tecnologias, pois o ser humano procura explicações para tudo, desde o surgimento da matéria e energia até as possibilidades para vivermos em sociedades cada vez mais populosas.

    Atualmente, a teoria do Big Bang é o modelo científico mais aceito entre os cientistas para explicar a origem do Universo. De acordo com esse modelo, todo o Universo se originou por volta de 13,7 bilhões de anos atrás, com base em um único ponto. Esse ponto, infinitamente denso (muita matéria em um pequeníssimo volume) e quente, expandiu-se muito rapidamente. Em seguida, o Universo começou a esfriar e formaram-se os elementos que compõem a matéria. Ao longo do tempo, foram formadas as galáxias, as estrelas e os planetas.



A evolução Humana


Jornada visual através de 4 bilhões 
de 
anos de evolução humana


    A vida na Terra começou com estruturas minúsculas e simples conhecidas como protocélulas — formas primitivas de vida que não possuíam características complexas, mas que estabeleceram a base para tudo o que veio depois. Ao longo de milhões de anos, essas formas de vida básicas evoluíram para organismos multicelulares mais complexos. Um dos primeiros exemplos conhecidos é o Dickinsonia, uma criatura de corpo mole que existiu muito antes dos animais modernos.

    À medida que a evolução progrediu, novas características biológicas surgiram — simetria bilateral, sistemas nervosos e visão inicial — levando aos primeiros vertebrados. Os peixes foram os pioneiros desse grupo, dominando os oceanos antes de algumas espécies se aventurarem em terra. Essa transição deu origem aos tetrápodes, ancestrais dos anfíbios, répteis e, finalmente, mamíferos.

    Cerca de 200 milhões de anos atrás, surgiram os primeiros mamíferos — pequenas criaturas parecidas com musaranhos que viveram ao lado dos dinossauros. Com o tempo, os mamíferos desenvolveram características definidoras, como pelos, glândulas mamárias e sistemas circulatórios mais avançados, permitindo-lhes prosperar.

    Avançando para cerca de 7 milhões de anos atrás, surgiram os primeiros grandes primatas. Dessa linhagem, os primeiros humanos do gênero Homo evoluíram, trazendo avanços importantes como andar ereto, cérebros maiores, fabricação de ferramentas, linguagem e fogo. Esses desenvolvimentos prepararam o cenário para a civilização humana moderna.

    Hoje, a evolução humana é moldada não apenas pela seleção natural, mas pela tecnologia e mudanças ambientais. À medida que continuamos a avançar, o futuro da nossa espécie pode ser influenciado pela medicina, pela genética e pela adaptação global, alterando potencialmente o curso da própria evolução.


história cíclica e a história linear

    Ao longo da história, inúmeros mitos foram criados por diferentes povos, na tentativa de explicar a origem do ser humano e do Universo. 

    A visão cíclica está profundamente ligada às tradições religiosas politeístas e panteístas. Nessas tradições, a história é concebida como ciclos de tempo encadeados e alternados; trata-se de um movimento circular contínuo, em que as coisas chegam ao fim para, então, recomeçar.

    Em contrapartida, nas tradições religiosas monoteístas, principalmente na cultura ocidental, com influência judaico-cristã, o tempo é visto de maneira linear, por isso o futuro está aberto para mudanças desencadeadas pelas decisões tomadas no presente.

    Segundo filósofo alemão Ernst Cassirer, o desenvolvimento das tradições religiosas está impregnado de elementos míticos, incluindo a presença de elementos da natureza: as fases da lua, as quatro estações, o vaivém das águas dos oceanos, ... Muitas tradições religiosas e culturais mantêm ou resgatam esse vínculo crucial para o futuro da humanidade. Encontra-se isto na mitologia do povo asteca, na mitologia grega, no Hinduísmo, no Budismo, ... Os seguidores dessas tradições religiosas acreditam que todos os indivíduos passam por um clico de reencarnações sucessivas até a purificação total.

    Nas religiões monoteístas, principalmente as de tradição judaico-cristã, o tempo é visto de maneira linear, vinculando o ser humano à história. Por isso, a memória histórica de um acontecimento está presente na concepção do tempo linear. Do ponto de vista cristão, com a fé em Jesus, Deus se faz presente na história, e esta se torna o lugar da "epifania", ou seja, da manifestação de Deus. Homens e mulheres tornam-se responsáveis não apenas por seus semelhantes, mas pelo planeta e por todas as formas de vida, ou seja, tornam-se co-participantes da construção da história.

    As religiões tradicionais africanas refletem as múltiplas culturas presentes no continente. Os mitos das diversas crenças propõem diferentes explicações para temas como vida, morte e até mesmo para a origem da cor da pele das pessoas.

    No hinduísmo, acredita-se que a alma passa por um ciclo de reencarnações até atingir a libertação final. Nesse ciclo, a alma volta a viver em outro corpo, humano ou animal, dependendo de suas ações na última vida.


Entre a religião e a ciência

    A relação entre religião e ciência, no mundo ocidental, sempre oscilou, ao longo da historia, entre conflito, independência, diálogo e integração.

    Com o surgimento do pensamento filosófico na Grécia, no século VI a.C., tanto a concepção mística de mundo - que preconiza o mistério da existência - quanto a visão mítica de mundo passaram a ser questionadas. Os gregos pré-socráticos começaram a repensar as explicações presentes nos mitos e a querer, cada vez mais, encontrar explicações pelo discurso lógico para os fatos que observavam na natureza e no convívio da sociedade.

    Na Europa, o século XVI foi marcado por constantes confrontos entre a Igreja Católica e os Estados, mais pelo poder. Ainda assim, nessa época, o pensamento científico passou a questionar algumas concepções estabelecidas pela Igreja Católica. Foi a época em que Nicolau Copérnico difundiu a teoria héliocêntrica, segundo a qual o Sol seria o centro do Universo e a Terra e os demais planetas giravam em torno dele. Teoria esta reiterada posteriormente por Galileu. Anteriormente, a ideia era de que o Sol se movimentava ao redor da Terra, idéia esta defendida pela interpretação de alguns textos bíblicos, como em alguns Salmos. Esta concepção também aparece no capítulo 10 de Josué.

    Outro questionamento aconteceu no século XIX, quando Charles Darwin publicou seus estudos na obra A origem das espécies. Darwin propôs uma teoria que defendia a constante evolução de todos os seres vivos, em contraposição a uma interpretação fundamentalista do livro do Gênesis, da Bíblia, que atribui a criação dos setores a Deus, já formados do modo como os conhecemos hoje.



PAULO FREIRE É UÍSQUE PARAGUAIO



Por Eratóstenes Edson Ramalho de Araújo
25 de setembro de 2021


... Paulo Freire não faz parte das possibilidades de solução para problema algum. Faz parte, isso sim, da tragédia permanente da educação no Brasil.  

O método de Freire, na verdade, não é uma proposta de ensino — é um manifesto político do começo ao fim. Não se destina, não para valer, a transmitir aos estudantes, de alguma forma mais eficiente que outras, conhecimentos de português básico, de ciência ou das quatro operações matemáticas; serve apenas para socar na cabeça das crianças e adolescentes as crenças políticas do autor. ..  

... mas que crenças são essas ? — as que pregam um mundo coletivista, com o Estado mandando em tudo, e mais todo o bonde das invenções tidas como “socialistas” ou “comunistas”. Os professores, por essa visão, não têm de ensinar nada; devem ser “agentes de transformação política”. O “método Paulo Freire” não se destina a ensinar os alunos a ler, escrever ou contar. Seu objetivo é formar servidores obedientes à “ditadura popular-proletária-“camponesa”-etc. que existe no mundo mental e nos desejos do autor. É um mundo em que Che Guevara é citado como “exemplo de amor” e a família é descrita como um sistema de “opressão”. ... 

    Essa revelação nos foi dita pelo jornalista J. R. Guzzo na Revista Oeste. Guzzo está reiterando o que ja dissera a professora Sandra Cavalcanti numa matéria do Jornal de Brasil (JB) de 15 de março de 1964, quando exerceu o cargo de Secretária de Serviços Sociais  do governo do estado da Guanabara, ao condenar o Ministério da Educação e o famigerado método Paulo Freire.

    Portanto, já naquela época havia preocupação com o uso da educação e do sistema de ensino para promover ideologias, realizando doutrinação. Trata-se de problema que certamente recrudesceu a partir de meados do regime militar, com a introdução das teses gramscistas e o incremento do interesse das esquerdas pela cultura, mas que não é absolutamente inédito, encontrando raízes bem mais antigas. A matéria dá conta ainda de que Sandra apontou que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação “virou frangalho nas mãos dos comunistas que dominam atualmente o Ministério da Educação”

O método de Paulo Freire era defendido por João Goulart, ao lado de suas famigeradas Reformas de Base, como algo a ser apoiado pelas políticas educacionais. Disse a professora Sandra: “um suposto método milagroso de alfabetização é cantado em prosa e verso para justificar a utilização de processos revolucionários e subversivos junto aos adultos analfabetos: o famoso método Paulo Freire não existe. Trata-se de uma mistificação, dessas que surgem de vez em quando, reanunciando o nascimento de cabelo em carecas”. Para ela, a única coisa nova no método dele “é a formação rigorosa de monitores marxistas, incumbidos de destilar os ideais revolucionários e subversivos junto com as sílabas e os conceitos. Isso sim é novo, mas não pode ser chamado de método pedagógico. Trata-se de um método político. Trata-se de um método subversivo. Não representa nenhuma conquista no mundo da inteligência e não adianta em nada a tarefa dos professores”

Ela já denunciava que os comunistas pretendiam criar, “em 10 ou 15 anos”, toda “uma geração atuante”“conformada aos seus planos, engajada nas suas lutas”, começando pelos meios universitários e deparando-se com “democratas omissos”, entre os quais ela menciona o ex-presidente Juscelino Kubitschek, do PSD – o outro braço do varguismo, junto com o PTB de Jango. Para ela, JK abriu as portas para eles ao apoiar o financiamento de institutos e centros de pensamento dominados pelas tendências marxistas e legitimar uma “greve de estudantes” que “mantiveram um Diretor de faculdade prisioneiro durante mais de 30 horas”. Sabe essas “ocupações” de universidades que vinham acontecendo há pouco tempo, com o beneplácito de boa parte da classe pensante e da imprensa? Pois é, pouca coisa de novo…

    As matérias completas citadas acima estão acessíveis através deste link. Clique aqui

O novo "avião OVNI" da SpaceX desafia a física em teste inovador






                                


    A SpaceX, conhecida por revolucionar a exploração espacial, acaba de apresentar ao mundo seu mais novo veículo aéreo experimental, apelidado popularmente de “avião OVNI”. Esse projeto ambicioso foi projetado para testar tecnologias que podem expandir os limites da aviação e da exploração interplanetária.

    Embora o nome "avião OVNI" seja uma alusão à sua forma futurista e ao conceito de voo avançado, o veículo é oficialmente chamado de Starflight-X1. Ele combina engenharia aeroespacial de ponta com princípios inovadores da física teórica, permitindo voos em atmosferas densas, como a de Vênus, e em condições de gravidade zero, típicas do espaço sideral.
    No teste recente, realizado em uma base secreta no deserto da Califórnia, o Starflight-X1 passou por um desafio inédito: manobrar em velocidades supersônicas enquanto simulava forças gravitacionais intensas. Os resultados foram impressionantes, indicando que o design pode ser usado para futuras missões de transporte de carga e passageiros em Marte ou em órbitas próximas à Terra.
    O grande diferencial deste veículo é a aplicação de um novo sistema de propulsão que combina campos eletromagnéticos e motores tradicionais. Esse sistema reduz o consumo de combustível e melhora a estabilidade em condições extremas, algo que, até agora, parecia desafiar as leis da física.
    Elon Musk, CEO da SpaceX, declarou: “Estamos entrando em uma nova era da aviação. O que parecia impossível há uma década agora é apenas o começo. O Starflight-X1 é um marco na nossa jornada para tornar a humanidade multiplanetária.”
    Com essa tecnologia, a SpaceX não só desafia os limites da engenharia, mas também coloca a humanidade um passo mais perto de desvendar os mistérios do universo. O próximo teste será crucial para avaliar se o Starflight-X1 está pronto para missões reais.
    Se o sucesso continuar, o "avião OVNI" pode transformar nossa compreensão sobre viagens aéreas e espaciais.






LA QUE SE AVECINA

 

Por Eratóstenes Edson Ramalho de Araújo
16/05/2020

O reconhecido jornalista espanhol, Luis María Ansón, publicou no jornal El Mundo, em 12/02/2020, o artigo abaixo copiado, na íntegra, no qual o escritor chama a atenção para os planos do Foro de São Paulo, planejados para o período 2019-2023.

Em seu primeiro parágrafo, Ansón aponta aqueles que lideraram a criação do Foro e suas motivações e objetivos. O primeiro deles, Fidel Castro e o segundo, o Lula. Ambos deixaram uma biografia vergonhosa para os seus respectivos países. 


Sobre a ditadura que Fidel implantou em Cuba, um bom relato sobre o que lá aconteceu se encontra no livro "Nossos anos verde-oliva", do chileno Roberto Ampuero, romance autobiográfico sobre os anos em que viveu exilado em Cuba (jul/1974-ago/1979), após fugir do Chile, perseguido pela DINA e pelos carabineros de Augusto Pinochet. Capa e pequenos trechos deste livro estão acessíveis neste artigo e nos seus respectivos comentários.


Quanto ao Lula, nosso ex-presidente já condenado a mais de 26 anos de prisão, até o momento, sua biografia é vastamente encontrada nas principais páginas policiais da imprensa local e mundial. Para o Brasil, o período Lula-Dilma, em quase 16 anos de governo, deixou um estoque infernal de miséria e pobreza, cujo resumo pode ser conferido aqui.


A partir do segundo parágrafo de seu artigo, Ansón revela os planos do Foro de São Paulo para os períodos 2019-2020, 2021-2022 e 2022-2023. Nada difere do que já conhecemos sobre os conceitos e propósitos dos já citados Fidel e Lula. Felizmente, para os cubanos e para o mundo, o primeiro já se encontra em uma caixa de concreto.


Boa leitura.

La que se avecina, El Mundo, 12/02/2020

A DEMOCRACIA DO FORO DE SP




Por Eratóstenes Edson Ramalho de Araújo
20/10/2024

        O Editorial do Estadão publicado em 20 de outubro de 2024 reporta os laços do Brasil e do partido de Lula (PT) com o Foro de São Paulo. 

        Há décadas, Lula e FHC demonstraram para a grande imprensa que eram adversários, adotando os ideais da política das tesouras, de Lênin, como única solução para implantar o socialismo-comunismo no Brasil. Forjaram uma falsa oposição para culminar com o grande projeto de instalação do socialismo em toda a América Latina. Desta forma, qualquer um dos dois que fosse eleito pelo voto democrático, estava comprometido com os ditames socialistas em toda a extensão da América Latina, objeto do Foro de São Paulo.

        Em 2020, o reconhecido jornalista espanhol, Luis María Ansón, publicou no jornal El Mundo, um artigo, na íntegra acessível aqui, no qual o escritor chama a atenção para os planos do Foro de São Paulo, planejados para o período 2019-2023.

        Em seu primeiro parágrafo, Ansón aponta aqueles que lideraram a criação do Foro e suas motivações e objetivos. O primeiro deles, Fidel Castro e o segundo, Lula. Ambos deixaram uma biografia vergonhosa para os seus respectivos países

        Leia o Editorial do Estadão de 20 de outubro de 2024, clicando aqui em seu título: O PT de Lula, aquele que diz defender a democracia, assina nota que aplaude a ‘vitória’ de Maduro


COMUNISMO: MÁQUINA DE CRIAR POBREZA, FOME E MORTE

 


Por Eratóstenes Edson Ramalho de Araújo
26/09/2020


O editor do Ideias, da Gazeta do Povo, Jones Rossi, nos ofereceu muitas contribuições para se entender como o comunismo - uma máquina de criar, pobreza, fome e morte - prospera ainda hoje sem que receba a mesma condenação de intelectuais, políticos e personalidades, mesmo que tenha provocado mais mortes que o nazismo. Segundo sua nota, e a reafirmamos aqui, não há nenhuma experiência comunista que não tenha terminado em milhares de mortes, fome e miséria: União Soviética, China, Camboja, Cuba, Coreia do Norte e nossa vizinha Venezuela. A Argentina está a caminho.

Mas por que, mesmo com tantos desastres documentados e milhões de mortos como resultado, o comunismo ainda não é  tratado com o mesmo repúdio que o nazismo? Por que há quem o defenda com unhas e dentes  e partidos políticos abertamente comunistas, inclusive no Brasil, pergunta Rossi.

Ele mesmo responde, ao dizer que um dos motivos do comunismo ainda ser aceito é o desconhecimento. Nesse sentido, a Gazeta nos apresenta uma seleção de textos exclusivos que mostra como o comunismo é na verdade, uma máquina de criar pobreza, fome e morte.

As contribuições da Gazeta do Povo estão acessíveis através deste link: https://eratostenesaraujo.blogspot.com/2020/09/comunismo-maquina-de-criar-pobreza-fome.html

FORO DE SÃO PAULO

 


Por Eratóstenes Edson Ramalho de Araújo
15/05/2020

O reconhecido jornalista espanhol, Luis María Ansón, publicou no jornal El Mundo, em 12/02/2020, um artigo no qual o escritor chama a atenção para os planos do Foro de São Paulo, planejados para o período 2019-2023.

Em seu primeiro parágrafo, Ansón aponta aqueles que lideraram a criação do Foro e suas motivações e objetivos. O primeiro deles, Fidel Castro e o segundo, o Lula. Ambos deixaram uma biografia vergonhosa para os seus respectivos países. 


Sobre a ditadura que Fidel implantou em Cuba, um bom relato sobre o que lá aconteceu se encontra no livro "Nossos anos verde-oliva", do chileno Roberto Ampuero, romance autobiográfico sobre os anos em que viveu exilado em
Cuba (jul/1974-ago/1979), após fugir do Chile, perseguido pela DINA e pelos carabineros de Augusto Pinochet. Capa e pequenos trechos deste livro estão acessíveis neste artigo e nos seus respectivos comentários.

Quanto ao Lula, nosso ex-presidente já condenado a mais de 26 anos de prisão, até o momento, sua biografia é vastamente encontrada nas principais páginas policiais da imprensa local e mundial. Para o Brasil, o período Lula-Dilma, em quase 16 anos de governo, deixou um estoque infernal de miséria e pobreza, cujo resumo pode ser conferido aqui.

A partir do segundo parágrafo de seu artigo, Ansón revela os planos do Foro de São Paulo para os períodos 2019-2020, 2021-2022 e 2022-2023. Nada difere do que já conhecemos sobre os conceitos e propósitos dos já citados Fidel e Lula. Felizmente, para os cubanos e para o mundo, o primeiro já se encontra em uma caixa de concreto.

A leitura completa do artigo, LA QUE SE AVECINA está disponível neste link: https://eratostenesaraujo.blogspot.com/2020/05/la-que-se-avecina.html

É TUDO O QUE NÃO DEVEMOS SER

Mao Tsé-Tung


Por Eratóstenes Edson Ramalho de Araújo
20/06/2020

Em tempos de contabilização de pessoas assassinadas, Rodrigo Silva, fundador do Spotniksem um thread no seu twittercita diversas fontes de informação. Em uma delas se encontra uma matéria de 2010, publicada no Independent, na qual o autor cita um estudo que afirma que Mao Tsé-Tung é o maior assassino em massa da história mundial. Mao foi o líder da revolução comunista chinesa, chefe de Estado do país por quase três décadas.  

A matéria do Independent aponta as informações de Frank Dikötter, historiador de Hong Kong, que estudou a história rural chinesa de 1958 a 1962, quando o país estava passando fome. 

O historiador comparou a tortura sistemática, a brutalidade, a fome e a morte de camponeses chineses à Segunda Guerra Mundial em sua magnitude e concluiu que pelo menos 45 milhões de pessoas morreram de fome ou foram espancadas até a morte na China nesses quatro anos; o número mundial de mortos na Segunda Guerra Mundial foi de 55 milhões.

Nomes eram denunciados clandestinamente por não apoiarem o partido, serem "capitalistas", "liberais", "pró-Ocidente", "burgueses", "direitistas", "anti-revolucionários". Havia um achincalhe público, com sessões de tortura. Era ofensivo pensar diferente do partido.

A "Revolução Cultural” durou até 1976, com a morte de Mao Tsé-Tung. Há quem fale em 1, 3 e até 20 milhões de mortos por execução ou suicídio nesse período. Mas a verdade é que não dá pra cravar nenhum número, graças à falta de transparência do governo chinês. Jiang Qing (江青), a viúva de Mao Tsé-Tung, foi condenada à morte após o fim da Revolução - e então à prisão perpétua. Ela se suicidou em 1991.

A thread completa do Rodrigo Silva em seu twitter está acessível neste link: https://eratostenesaraujo.blogspot.com/2020/06/e-tudo-o-que-nao-devemos-ser.html

IMPRENSA FINANCIADA COM DINHEIRO DA DITADURA COMUNISTA




Por Eratóstenes Edson Ramalho de Araújo
29/01/2021

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos, divulgou documentos que expuseram o financiamento de veículos de imprensa por parte do regime comunista chinês antes da pandemia. Nos últimos cinco anos, o jornal estatal China Dailypagou milhões de dólares a grandes jornais norte-americanos, como The Wall Street Journal (US$ 6 milhões) e The Washington Post (US$ 4,6 milhões), além de outros como o Los Angeles Times(US$ 753 mil) e a revista Foreign Policy(US$ 240 mil).

O Brasil também foi incluído nesse esquema. A empresa dona da Folha de São Paulo recebeu US$ 405 mil entre 2016 e 2020, enquanto a Editora Globo arrecadou US$ 109 mil entre 2017 e 2018, e o Correio Braziliense recebeu US$ 15 mil em 2019. Segundo o texto, o financiamento resultou na adesão dos veículos ao discurso alinhado ao Partido Comunista Chinês, promovendo conteúdos favoráveis ao regime e limitando a diversidade editorial.

Para leitura d matéria completa acesse este link: https://eratostenesaraujo.blogspot.com/2021/05/imprensa-financiada-com-dinheiro-da.html

COMUNISMO NO BRASIL: 100 ANOS DE HISTÓRIA E DE MUITOS CRIMES

Fundadores do PCB, em março de 1922. De pé, da esquerda para a direita: 
Manuel Cendon, Joaquim Barbosa, Astrogildo Pereira,João da Costa Pimenta,
 Luís Peres e José Elias da Silva; sentados, da esquerda para a direita: 
Hermogênio Silva, Abílio de Nequete e Cristiano Cordeiro

 

Por Eratóstenes Edson Ramalho de Araújo
21 de março de 2022

100 anos de história do Partido Comunista Brasileiro (PCB) aborda os crimes associados ao comunismo e ao nazismo no século XX, com destaque para as ações do PCB no Brasil. Ele se inicia discutindo a violência em massa promovida por regimes totalitários, citando as semelhanças entre o comunismo leninista e o nazismo hitlerista, ambos responsáveis por milhões de mortes em nome de ideais utópicos.

O PCB, fundado em 1922 por ex-anarquistas inspirados pela Revolução Russa, passou por diversos períodos de ilegalidade devido à sua ligação com a Internacional Comunista e sua defesa da ditadura do proletariado. Sob a liderança de Luiz Carlos Prestes, esteve envolvido em eventos como a Intentona Comunista de 1935, marcada por assassinatos e repressões. O partido também promoveu “justiçamentos”, como o assassinato de Elvira Fernandes, apontada como traidora.

Durante o regime militar (1964-1985), o PCB adotou estratégias gramscistas de “ocupação de espaços” em vez da luta armada, influenciando a mídia, universidades e a Igreja Católica progressista. Dissidências internas levaram à criação do PCdoB, que atuou em movimentos como a Guerrilha do Araguaia.

Com o fim do regime militar, o PCB voltou à legalidade, mas perdeu força política. Em 1992, transformou-se no Partido Popular Socialista (PPS), após o colapso da União Soviética. Mais tarde, foi recriado como PCB por militantes históricos e, em 2019, passou a se chamar Cidadania. O texto conclui destacando a influência e os crimes cometidos ao longo da trajetória do partido.

A leitura do texto completo está acessível neste link: https://eratostenesaraujo.blogspot.com/2022/03/pcb-100-anos-de-historia-e-de-muitos.html